Em Caçapava do Sul, quando o povo pergunta, precisa ou vai comprar artigos evangélicos, o nome que logo vem à cabeça é o do Estande Os Semeadores. O espaço é assim chamado por estar localizado na Femapro, um local onde existem estandes com artesanato, mas é, na verdade, uma livraria evangélica.
No mês de abril, o Estande Os Semeadores completou três anos de funcionamento, graças ao bom atendimento, preço baixo e ambiente cristão – que são a sua marca. Na pequena loja, podem-se encontrar CDs, DVDs para locação, Bíblias, harpas, livros, adesivos, chaveiros, bonés, quadros, material infantil e artigos de artesanato.
No Estande Os Semeadores, os sócios podem pagar seus carnês de contribuição, e todos podem fazer pedidos de louvor para o programa Bom Semeador, deixar pedidos de oração e fazer contato com o Grupo Evangelístico Os Semeadores. A livraria é um ponto de encontro para o povo de Deus de Caçapava do Sul e de outras cidades que também compram no local.
É importante esclarecer que o dinheiro arrecadado está sendo investido na melhoria do estande e nos outros projetos da AME Os Semeadores.
Se você ainda não visitou o Estande Os Semeadores, não perca tempo, venha conhecer esse espaço de Deus você também!
Quarta-feira, 21 de Maio de 2008
Estande Os Semeadores faz três anos.
Segunda-feira, 19 de Maio de 2008
Testemunho
“Deus devolveu meus passos”
Meu nome é João Marcelino Paz, tenho 44 anos.
Eu tinha um problema na coluna, sentia fortes dores nas costas, cintura e pernas. Tomava nove tipos de remédios, não conseguia dormir antes das três horas da manhã, gritando de dor.
Estive uns quatro meses encima de uma cama entrevado, pois paralisou as minhas pernas.
Fiquei hospitalizado por duas vezes e fiz vários exames. Foi após vários exames aqui e em Santa Maria e uma ressonância magnética em Porto Alegre que ficou comprovado que eu tinha quatro hérnia de disco, desgastes, bico de papagaio e artrose. Passei a fazer fisioterapia, mas comecei a piorar e a mesma teve que ser interrompida.
Os médicos após terem o conhecimento do problema que eu tinha, falaram que eu teria que fazer uma cirurgia, mas não davam garantia nenhuma, e que eu não voltaria a caminhar.
Em meio a todo este sofrimento intensifiquei a minha busca por Deus, as vezes algumas pessoas vinham me visitar e diziam que ia morrer e que tinham que me levar para outra cidade, diziam para minha esposa que iam deixar eu morrer em cima de uma cama, e a minha resposta para elas é que Jesus ia me curar no momento certo.
Me fortalecia lendo a Bíblia, orando, compondo louvores, assistindo programas evangélicos de rádio e TV e naquele versículo que diz: “Resista ao diabo e ele fugirá de voz” ( Tiago 4:7). E as crises de dores foi diminuindo e comecei a caminhar, a partir daquele momento comecei a ter a certeza que Jesus estava operando.
Foi neste tempo que o médico Thiago Torres do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, solicitou um exame chamado eletroneuromiograma, onde foi comprovado a cura com resultado normal.
Domingo, 20 de Abril de 2008
Entrevista com a Banda Opus Dei
Por Everton Silva e Gelson Lopes
No dia 15 de março participamos do 1º Nett’us Gospel em São Gabriel, na oportunidade conversamos com o diretor Paulo Roberto e integrantes da Banda Opus Dei, banda gaúcha da música gospel, que teve sua origem na pequena cidade de Campo Novo, no interior gaúcho e hoje é destaque em apresentações pelo Brasil e alguns países da América Latina. Confira a seguir a entrevista que realizamos.
Bom Semeador: Como é que surgiu a idéia de criar a banda Opus Dei?
Paulo Roberto: Bom, começou com a idéia, com a vontade que tínhamos de fazer evangelismo, principalmente ao ar livre e de sair a evangelizar.
Bom Semeador: No começo as vezes as coisas não são fáceis, vocês passaram por dificuldades. Como foi o início?
Paulo Roberto: Naquela época foi muito difícil, não tínhamos muitas condições, nem equipamentos, nem dinheiro, faltava incentivo da maioria, mas Deus conhecia nossos objetivos e colocou algumas pessoas especiais em nosso caminho que nos ajudaram.
Depois de oito anos de trabalho, gravamos nosso primeiro CD, Mundo Atual e compramos o primeiro ônibus. Tínhamos o desejo de parar com nossas atividades profissionais e sair a realizar somente a obra de Deus, mas tínhamos medo de depender só da obra. Nossa mãe ficou doente, desenganada pela medicina, com um câncer no útero, desesperados fizemos um pacto com Deus no corredor do hospital, de que se Deus curasse a minha mãe, nos dedicaríamos somente a evangelização, três meses depois, nossa mãe estava curada. Ai entendemos o verdadeiro propósito de Deus.
Bom Semeador: E esse estilo gaúcho da banda, foi desde o início?
Paulo Roberto: Sim, desde o primeiro CD.
Bom Semeador: Houve algum preconceito com relação a esse estilo da banda?
Paulo Roberto: Tivemos algum preconceito, mas o importante é que a gente tem que animar o povo, mas ter um cuidado de levar uma mensagem do que é o verdadeiro compromisso com Deus. Não podemos é distorcer os fatos, colocar uma letras profanas e mudar para uma música gospel.
Bom Semeador: Com relação as vestimentas de vocês , e ao uso da pilcha gaúcha?
Paulo Roberto: Na questão das roupas não tivemos muitos problemas, porque os pastores mesmo aqueles da linha radical, sempre gostaram de chimarrão, de churrasco, tem pastor que também usa bombacha.
Bom Semeador: O que vocês acham que fez a banda decolar?
Paulo Roberto: Acho que em primeiro lugar foi a mão de Deus, um projeto que Deus tinha. Quando a gente começou a ter esta vontade, Deus já tinha planejado antes. Nessa coisas não existe por acaso, existe plano de Deus.
Bom Semeador: Como vocês vêem a aceitação da música evangélica hoje?
Paulo Roberto: Olha, esta muito boa, não só no nosso estilos, mas de todos os estilos. A mídia está valorizando, reconhecendo. O meio evangélico está de parabéns, até os próprios músicos seculares estão reconhecendo.
Bom Semeador: E o DVD, como está a aceitação?
Paulo Roberto: O DVD está ainda em faze de expansão, faz pouco tempo que lançamos, mas graças a Deus, a aceitação já está boa, era um produto que o povo esperava.
Bom Semeador: Quais são os projetos de vocês para o futuro?
Paulo Roberto - São viários, tem em termos de divulgação, é que agora que a gente vai mexer mais no DVD em âmbito Nacional. A gente espera em Deus, trabalha se dedica, mas a confirmação vem de Deus.
Bom Semeador: O CD novo, quando sai?
Paulo Roberto -Talvez no final do ano a gente vai pensar, é que gravamos junto com o DVD o CD ao vivo.
Bom Semeador - Qual seria o recado para as bandas que estão começando e para quem tem vontade de criar uma banda?
Paulo Roberto: Tem que ser ‘loco de Cristo’, tem que ter propósito, surgiu algumas bandas e esta surgindo bastante, umas só para gravar. Fazer música só por fazer é cansativo, daquela aquela empolgação, vamos criar uma banda, mas daqui a pouco aquilo passa, quando chega a hora de cair na real, trabalhar, é por isso que tem que ter um propósito.
Bom Semeador: Como você faz para manter a banda, a gurizada, não é fácil?
Paulo Roberto: É, mas há tempo, a gente veio se estruturando, vem melhorando, aquilo que você vê que não ta legal, você tem que ir tentando melhorar, você vai direcionado o trabalho para o objetivo central, sempre tem que analisar tudo, para uma boa administração, tem que ver se o trabalho é frutífero. Se você pegar um evento e não surtir efeito é cansativo para a banda e quem leva você para tocar. Fez um evento ele tem que deixar frutos de almas se convertendo, pessoas sendo conscientizadas, evangelizadas de um modo geral, ai a gente sai contente, porque consegui alcanças o objetivo. Por isso que eu digo, não pode ser uma banda só de estúdio, ser um representante da música evangélica, tem que ter unção, ter um objetivo no que vai fazer. É pra Deus? Então vamos fazer pra Deus, se não fica cansativo.
Bom Semeador: Quais são as exigências, digamos assim, para os integrantes superarem por exemplo: a saudade da família etc...?
Paulo Roberto: A gente conversa muito, troca idéias, tem dificuldades, tem saudades? Tem! Mas se você pensar em cômodo, tudo que é de conforto, ninguém faz evangelismo. Porque eu acredito em Jesus: “Tome a sua cruz e siga-me”. Quer dizer, você não vai abandonar a família, mas se for pensar e se apegar em detalhes, não faz nada. O que acontece: muita gente tem projetos grandes incontáveis para fazer, mas fica sentado, pensando, se organizando, passa vinte, trinta, cinqüenta anos e morre pensando e não faz nada.
Bom Semeador: Os músicos da banda, são todos evangélicos?
Paulo Roberto: Sim, são todos evangélicos.
Bom Semeador: E essa gurizada que toca nas igreja e sonham um dia tocas na Opus Dei?
Paulo Roberto: Eu sempre digo, a gente não tira e não coloca integrantes, é Deus quem faz isto. As vezes os guris me ligam para fazer testes, eu digo, muito bem quer vir fazer testes podem vir, mas quem vai colocar vocês aqui é Deus, na hora dEle, Ele coloca e Ele tira. No inicio a gente pensava em manter a mesma turma cinqüenta anos, mas Deus confirmou que a gente precisava ajudar muita gente a evangelizar, podia funcionar como uma academia para preparar missionários músicos, porque músico tem que ser missionário.
Bom Semeador: Se haver alguma emissora de rádio, prefeitura, empresa que não for do meio evangélico e convidarem você para tocar no evento, vocês vão, ou vocês só tocam para público evangélico?
Paulo Roberto: Com certeza a gente vai, desde que a gente possa falar de Jesus. A gente sempre pergunta: dá para evangelizar? Falar de Jesus? Se disser que dá, a gente vai, se disser que não, a gente não marca o evento, porque o nosso grande lance é falar de Jesus.
Testemunho
Eu senti a ação de Deus na minha vida
Foi no ano de 1993, após terem passado pela perda de três pessoas da família, isto tudo no período de junho a dezembro daquele ano, que mais um drama começava na vida de: José Fortunato Machado Trindade e Leda Maria Santos Trindade.
Ela trabalhava de empregada doméstica e estudava a noite, quando um certo dia após chegar do trabalho, começou a sentir uma forte dor nas pernas, daquele dia em diante, ficou três meses paralítica em cima de uma cama ou sendo levada para consultar, com vários médicos de Caçapava ou de Porto Alegre, que realizaram vários exames sem que nada fosse encontrado.
“Ela sentia como se um bicho estivesse roendo o osso por dentro, e tomava vinte e duas qualidades de remédios, começou a criar pelos de até um centímetro e meio pelas pernas e pelo rosto, cada dia tinha uma feição diferente, no dia parecia um gato, outro um cachorro e não dormia a noite, gritando de dor.” Comenta José Fortunato.
“Sem saber mais o que fazer, comecei a pedir a Deus para me mostrar outro médico que eu pudesse levar. No outro dia, Deus me enviou o pastor Airton Monteiro, eu ainda não o conhecia, ele me procurou para arrumar um carro para ele, pois eu trabalhava de mecânico, após termos feito uma parte do serviço, ele me perguntou pela família, falei então que a mulher estava em estado terminal, então perguntou se dava para fazer uma oração, respondi se ele quisesse podia fazer, mas achava que não adiantava mais. Na época nós não éramos evangélicos e não simpatizávamos com esse povo. Então ele e o irmão Roosevelt ungiram com óleo e oraram por ela por três dias consecutivos, foi ai que as coisas começaram a mudar, ela já começou a dormir e a cada dia melhorava mais, eu coloquei os remédios foras e um pouco devolvi na Secretaria de Saúde, e em dezembro daquele ano começamos a ir na igreja, nesta época foi completada a cura, hoje a gente sabe que só Jesus pode todas as coisas e nós sentimos a ação dele em nossa vida”. Finaliza ele.
Quinta-feira, 10 de Abril de 2008
Jornal Bom Semeador edição 43 - abril 2008

Jornal Bom Semeador, edição 43 - abril 2008 nas bancas.
Leia, Assine e Anuncie.
55 9956-10117
bomsemeador@bol.com.br